Números do mandato:

"Tenho certeza que lutamos pelo bom, pelo justo e necessário"

A deputada federal Fernanda Melchionna foi líder da bancada do PSOL durante 8 meses em um dos momentos mais complexos da política nacional das últimas décadas, empenhando uma luta incansável para enfrentar a política genocida e negacionista de Bolsonaro e salvar vidas. Foi escolhida como uma das 100 novas "Cabeças" do Congresso Nacional em 2020, sendo considerada uma das 10 mulheres, em nova legislatura, mais influentes do Congresso Nacional. Fernanda também foi eleita a 13ª Melhor Deputada Federal pelo júri popular e 5ª Melhor Parlamentar pelo júri técnico no Prêmio Congresso em Foco deste ano.

COVID-19: luta incansável para salvar vidas!

O coronavírus pegou o mundo de surpresa, mas o Brasil, mesmo com mais tempo que a maior parte dos países para se preparar, tornou-se, em 5 meses, o centro da pandemia no mundo. Mais de 100 mil mortos: esse foi o resultado do projeto genocida do governo Bolsonaro de negar a ciência, gastar dinheiro público com remédios sem eficácia comprovada no combate à Covid-19, dificultar o acesso ao auxílio emergencial, boicotar o isolamento social e demitir ministros da saúde que não aceitavam recomendar cloroquina. Por trás de atitudes negligentes, o Brazil de Bolsonaro mostra que há um plano de extermínio em curso, com intenção, meta e ataques sistemáticos para eliminar vidas.

A pandemia do coronavírus não só escancarou as desigualdades do sistema capitalista, mas mostrou quem são, mais uma vez, as principais vítimas: a negritude e o povo da periferia, e dentro desse universo, a população feminina. No combate ao inimigo invisível, o Brasil passou a enxergar seus outros inimigos, Bolsonaro e o Capitalismo.

Confira os projetos aprovados e ações propostas nosso mandato, junto aos demais deputados do PSOL, em uma luta incansável para reduzir os danos da política de Bolsonaro, assegurar a vida e direitos ao povo.

#ImpeachmentDeBolsonaro é emergência sanitária nacional!

Bolsonaro cometeu crimes de responsabilidade e fez ameaças autoritárias desde o primeiro dia em que pisou no Palácio do Planalto. Mas foi durante a pandemia do coronavírus que sua permanência no governo se tornou insustentável. Enquanto o povo tinha que escolher entre combater o coronavírus e morrer de fome, Bolsonaro resolveu liderar a extrema-direita ao invés de comandar o Brasil.

Tirá-lo do poder se tornou uma medida sanitária emergencial para salvar vidas assim como a emergência de construir saídas, baseadas em relações de cooperação e solidariedade e que inverta a pirâmide da riqueza social, visando reduzir as desigualdades no pós-pandemia.

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A boiada não vai passar!
#ForaSalles

Nosso mandato esteve na linha de frente do combate ao desmatamento recorde na Amazônia, ao aumento das queimadas em diversos biomas brasileiros e ao desmonte da política de fiscalização e proteção ambiental, principalmente em terras indígenas. Enfrentamos o ministro antiambiental, Ricardo Salles, que atuou a todo momento para combater ONGs de proteção ambiental e estimular ação de desmatadores e garimpeiros em terras de preservação, sujando a imagem do Brasil no exterior e ameaçando o futuro da nossa biodiversidade. Confira as ações do PSOL:

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Mobilização social contra o apagão educacional! #AprovaFundeb

Bolsonaro promoveu um verdadeiro apagão educacional, deixando o Ministério da Educação acéfalo por mais de um mês em 2020. Fizemos frente aos cortes no orçamento, intervenção nas universidades e institutos federais e ao desmonte da pasta, promovido desde Veléz a Weintraub. Após um ano e meio de gestões obscurantistas, o cenário de perseguição e desmonte das universidades públicas e de aprofundamento da desigualdade social no ensino básico, com Milton Ribeiro, segue. A política ultraliberal, com taxação de livros, e autoritária, ao perseguir professores do governo evidencia o projeto de Bolsonaro de acabar com pensamento crítico, promover o revisionismo histórico e aniquilar a diversidade.

Confira as principais ações do mandato, construídas, ao lado dos estudantes, professores, pesquisadores e atores sociais da Frente Parlamentar Mista em defesa do livro, da leitura e da escrita para resistir aos retrocessos do governo na pandemia:

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Um mandato feminista contra um governo machista!

É inegável que o governo e o machistério de Bolsonaro tem um projeto de violação aos direitos das mulheres. Além de ter paralisado diversas políticas públicas voltadas à população feminina, como investimento zero na Casa da Mulher Brasileira, fundamental para o enfrentamento da violência de gênero, o governo militarizou o Ministério da Saúde e atuou para frear a promoção de serviços de saúde sexual e reprodutiva às mulheres durante a pandemia.

Essa política misógina também se expressou na anistia dada a partidos que não investiram cota mínima dos recursos do Fundo Partidário em candidaturas femininas, nas ofensas violentas e misóginas contra a jornalista Patrícia Campos de Mello e, recentemente, no veto ao nosso projeto que garantia prioridade às mulheres chefes de família no recebimento do auxílio emergencial.Confira as principais ações do mandato para mulheres na pandemia.

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Contra a precarização dos trabalhadores na pandemia!

Os trabalhadores informais foram os mais prejudicados pela pandemia. A luta dos entregadores de aplicativos por direitos básicos e condições dignas de trabalho escancarou a precarização do trabalho em tempos de crise do Capitalismo, coronavírus e desmonte das políticas sociais. Sem direitos e já tão criminalizados, camelôs, feirantes e ambulantes também foram duramente atingidos com a paralisação do comércio, consequência da pandemia.

Por mais direitos para as pessoas LGBTI+!

Desde o início do governo Bolsonaro, houve um crescimento recrudescedor da opressão contra a população LGBTI+ e o aumento da escalada de ataques a seus direitos básicos. O governo tenta impor o conceito de uma só forma de família, há retrocessos na política externa de direitos humanos, que aproximam o Brasil de países ultraconservadores, e nas políticas públicas para HIV/Aids. Durante a pandemia de Covid-19, a população LGBTI+ foi uma das mais vulnerabilizada. Cerca de 90% da população trans precisa recorrer ao trabalho sexual de acordo com dados dos movimentos sociais e ficaram desamparadas sem possibilidade de acesso ao auxílio emergencial, por exemplo. Confira as principais ações do nosso mandato para a comunidade LGBT:

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Existem soluções: Taxar os super-ricos para reduzir as desigualdades no pós-pandemia

A pandemia do coronavírus escancarou algo que sempre apontamos: a lógica do sistema capitalista, que coloca o lucro acima da vida e atua para manter o topo da pirâmide a cada dia mais rico, aprofunda a desigualdade e as injustiças sociais.

No Brasil, hoje o 7º país mais desigual do mundo, vimos a fortuna dos 42 bilionários crescer US$ 34 bilhões durante os meses de pandemia. O povo precisa escolher entre morrer de coronavírus ou de fome, mas o dinheiro dos super-ricos está bem protegido com a ajuda de Guedes e Bolsonaro. Conheça as propostas do PSOL para garantir renda aos trabalhadores no pós-pandemia atacando o bolso dos de cima:

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Quem mandou matar Marielle?

Já se passaram mais de dois anos da execução política de Marielle Franco e Anderson Gomes. Ainda não sabemos quem mandou matar Marielle e por qual motivo isso aconteceu. Durante esse 1 ano e meio que estamos no Congresso Nacional, provas vieram à público das relações da familícia com pessoas que estiveram envolvidas no crime, como o policial Ronnie Lessa, que foi preso acusado de ser o executor do atentado, e que foi o instrutor de tiro de Flávio Bolsonaro. Ao mesmo tempo, o governo tem se dedicado a esconder o caso internacionalmente. Recentemente, chegou-se ao cúmulo de a Embaixada do Brasil na França boicotar um evento em Paris organizado para lembrar da história de luta da nossa companheira. Em todos os casos, agimos enviando ofícios ao Ministério Público, e denunciando na imprensa e na sociedade. Jamais nos calarão. Marielle, presente!

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