A luta por Justiça diante da execução política de Marielle Franco e Anderson Gomes é uma forma de honrar o legado de resistência e a memória dos que vieram antes de nós. Elucidar as motivações de seu assassinato é não dar um salvo conduto a novos crimes políticos e ao fortalecimento dos tentáculos paramilitares das milícias no Rio de Janeiro e em todo Brasil – que mostra ligações cada dia mais estreitas com a família Bolsonaro. Nossa luta é também grande grito de resistência contra o machismo, o racismo estrutural e os ataques a quem defende os direitos humanos.

Simbolicamente, construímos o corredor Marielle Franco no Congresso Nacional, com placas e adesivos, como forma de mostrar ao povo que as lutas dela seguem vivas nos mandatos do PSOL e cobrar a responsabilidade do Estado na resolução do crime.

Queremos justiça!

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