O início do mandato foi praticamente um terceiro turno das eleições, de enfrentamento ao projeto neoliberal na economia e conservador nos costumes de Bolsonaro. Reagimos à política autoritária e retrógrado governo, que extinguiu cerca de 650 conselhos nacionais, espaços de participação civil, e de desmonte dos órgãos de fiscalização, pesquisa e trabalho como Ibama, IBGE, Inpe, entre outros. O governo atacou os direitos humanos buscando retirar direitos históricos da população indígena, de pessoas vivendo com HIV/Aids, mulheres e dos mais pobres.

A proposta do pacote anti-crime de Sérgio Moro foi um dos ataques mais nefastos empreendidos contra o povo pobre, por abrir espaço para a perseguição política e ampliar o massacre da população pobre e negra. Não ataca as raízes do problema da violência pública, muito menos combate a corrupção. Além disso, Bolsonaro se dedicou a entregar os nossos recursos naturais ao capital internacional, enfraquecendo a legislação ambiental para avançar no desmatamento das unidades de conservação e da Floresta Amazônia, liberando mais de 290 agrotóxicos que envenenam a nossa comida.

Bolsonaro elegeu a população LGBT como um de seus principais inimigos

Em um movimento de resistência, apresentamos o projeto de lei “Escola sem Discriminação” para formar professores visando o combate à LGBTfobia e propusemos uma audiência pública na Câmara dos Deputados sobre a situação de pessoas LGBT nas prisões brasileiras. Nosso mandato também esteve atento ao fim do departamento de HIV/Aids do Ministério da Saúde, cobrando do ministro explicações sobre os retrocessos na área.

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