CULTURA

Defendemos o Estado como o agente garantidor de políticas públicas de fomento à arte e à cultura. Devemos ocupar as praças e parques públicos, as escolas e as ruas com teatro, dança, cinema e literatura e fazer dos projetos artísticos e culturais uma realidade cotidiana do nosso Estado.  Precisamos lutar contra o conservadorismo que censura […]

17 set 2018, 12:27 Tempo de leitura: 1 minuto, 12 segundos
CULTURA


Defendemos o Estado como o agente garantidor de políticas públicas de fomento à arte e à cultura. Devemos ocupar as praças e parques públicos, as escolas e as ruas com teatro, dança, cinema e literatura e fazer dos projetos artísticos e culturais uma realidade cotidiana do nosso Estado. 
Precisamos lutar contra o conservadorismo que censura as artes, contra o sucateamento dos nossos equipamentos culturais e por mais financiamento público para atividades artísticas e estruturas já existentes.

Nossas propostas:

  • Democratização e fortalecimento do Fundo Nacional de Cultura como alternativa às leis de incentivo baseadas em isenção fiscal;
  • Fortalecimento de pontos e pontões de cultura, valorizando a arte popular e periferias do Brasil;
  • Posicionamento firme na proteção de artistas contra manifestações conservadoras e censura;
  • Pela ampliação de investimento público nos fundos diretos de cultura, como o Fumproarte;
  • Valorização e promoção de políticas públicas que beneficiem artistas de rua.
  • A favor da PEC 421/2014, que estabelece valores mínimos de investimento em cultura, 2% para a União, 1,5% para os Estados e 1% para os municípios. 
  • Defesa do patrimônio histórico, cultural e ambiental. Pela valorização dos nossos museus, centros de cultura e instituições de pesquisa.
  • Criação de leis que ampliem o investimento público em fundos de cultura em diversas áreas. 

O que já fizemos:  Devolver a cidade ao povo e defender a arte popular!