A explosão de violência contra as mulheres atingiu um ápice de horror nos últimos dias: uma mulher atropelada, arrastada e mutilada pelo ex-marido; outra violentada e assassinada em uma trilha, mulheres mortas a tiros e facadas por seus cônjuges, um influencer de misoginia(!!) preso por violência sexual.

Esses casos que estamparam as manchetes retratam uma epidemia de feminicídios e violência que tem raízes históricas, mas que nos últimos anos vem crescendo no país fomentada pelo discurso de ódio misógino da extrema direita. Desde que o crime de feminicídio começou a ser tipificado, em 2015, mais de 13.000 mulheres já foram assassinadas. Em 2025 já são mais de mil vítimas fatais, com o risco de, até o final do ano, ultrapassar 2024 como o ano com o maior número de feminicídios.

As mulheres não aceitam viver com medo! Milhares foram às ruas exigir respostas na mobilização nacional Mulheres Vivas. O Estado precisa reagir com urgência e avançar com ações concretas para proteger a vida das nossas. As deputadas Fernanda Melchionna e Sâmia Bomfim apresentaram um requerimento para que Lula decrete estado de calamidade pública quanto aos feminicídios no país. A medida é importante para, além de reconhecer a gravidade da situação, trazer mais agilidade e recursos para a intervenção estatal e as políticas públicas de enfrentamento à violência de gênero. Assine e participe das mobilizações. É pela vida das mulheres!

#MulheresVivas

#NemUmaAMenos

#CalamidadeDeFeminicidios

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